Hoje, pela primeira vez em quase dois anos, não abasteci na Galp. Tendo em conta que a Galp é a única empresa em Portugal no negócio de refinação e distribuição parece-me importante deixar de abastecer nesta empresa. Talvez assim os preços de venda ao consumidor baixem. Comecei assim a abastecer na Repsol.
Tinha lido há uns tempos que a Repsol era a marca que permitia fazer mais quilómetros com a mesma quantidade de combustível. Vou aproveitar agora para fazer o teste.
Deixo aqui um vídeo sobre o novo router da Zon, designado por My Hub 2.0. Apresenta como principal característica o facto de ter porta USB que permite a ligação e partilha de uma impressora ou a ligação de um disco externo para partilha de ficheiros na rede.
A função de Media Streaming permite o streaming de filmes, músicas e fotografias para televisões, consolas ou outros equipamentos compatíveis. É de referir no entanto que no LCD Samsung com DLNA em que testei o streaming de um ficheiro de vídeo, não se consegue a pausa, avanço ou fastforward do ficheiro em reprodução. Isto torna para mim completamente inútil esta função de Media Streaming dos ficheiros ligados à porta USB do router para o LCD. Vou continuar a usar os vídeos partilhados no computador com o software da Samsung PC Share Manager.
Aproveito para referir que o transformador dos anteriores routers Netgear não serve para este novo router. A tensão dos routers Netgear anteriores é de 15V/1.2A (quer do Netgear CBVG834G quer do Netgear CVG834G). Já a tensão de entrada do Zon My Hub 2.0 é de 12V/2.0A.
Apesar disto o técnico que me instalou o My Hub 2.0 garantiu-me que o transformador do Netgear servia neste e manteve-me o mesmo transformador. Conclusão, tenho um transformador de 15V ligado a um router de 12V. Acho que isto não vai dar bom resultado.
São 04:18. Cheguei a casa por volta das 02:00. Ao passar pelo rés-do-chão noto um cheiro intenso a gás. Subo ao meu piso, o 1º andar. Telefono para a Linha EDP Emergência (fuga de gás) 800215215. Informam que em meia hora iria estar um técnico no meu prédio.
Chega o técnico. Logo ao entrar e antes de ligar o detector confirma o cheiro a gás. Diz que pelo cheiro é gás butano. Não é gás natural. Verifica com o detector todas as condutas de gás natural do prédio desde o 4º andar ao rés-do-chão. Não é detectado gás.
No corredor do rés-do-chão também não é detectado gás apesar do detector ser para os três tipos de gás, butano, propano e natural. Tenta também a detecção de gás junto à fechadura das portas dos cinco apartamentos. Também não é detectado gás. Pergunto porque é que, havendo cheiro a gás que o técnico confirma, o detector não detecta o gás. Diz-me que está abaixo do limite de inflamabilidade. Só espero que o detector não seja um daqueles que ao ser ligado tem de ser calibrado em ar não contaminado com gás.
O cheiro é intenso. O técnico diz que deverá ser gás butano de uma botija de gás de algum aquecedor a gás dentro de um apartamento. Pergunto o que devo fazer. Talvez seja melhor acordar os vizinhos. Opto por tocar às campainhas, apesar da maior parte deles não me conhecerem. Começo pelo meu vizinho de baixo. Ao fim de muita insistência vem à porta. Apresento-me e explico a situação. Pergunto se sente o cheiro a gás. Diz que não. Digo-lhe para vir ao corredor. Dá um passo à frente e nota o cheiro intenso. Pergunto o que acha que devo fazer.
Toco a mais duas campainhas. Não respondem apesar da insistência. Nas restantes duas da outra ponta do corredor não cheira a gás. O técnico confirma. Opto por não acordar os vizinhos. Como a fuga não tem a ver com o gás natural o técnico diz que não é responsabilidade dele e vai embora. Abro a porta do prédio para permitir a saída do gás e volto para casa.
Pergunto-me o que mais poderei fazer. Opto então por telefonar para os bombeiros. Começo pelos Bombeiros Voluntários de Pedrouços a pedir opinião sobre o que devo fazer ou se os bombeiros podem fazer alguma coisa. Dizem que provavelmente eles não podem fazer nada mas dão-me o número de telefone dos Bombeiros Voluntários de Moreira.
Telefono então para os Bombeiros Voluntários de Moreira. Atende-me um senhora com uma voz simpática e explico novamente toda a situação. A senhora fala com o chefe. Diz-me que não poderão em princípio fazer nada. Explico que o cheiro é intenso. O técnico confirmou o cheiro. O meu vizinho também. Digo que só quero que não sobre para mim.
Se houver uma explosão não quero que me acusem de não ter feito o que deveria fazer. Só quero fazer o que puder para evitar um potencial acidente. Afinal de contas o cheiro era intenso. Perante a minha insistência informa-me que vai enviar bombeiros. Advirto para não se admirarem se já não cheirar a gás. A porta está aberta e já teve tempo de arejar. Digo também que é melhor chamar a Polícia tendo em conta a falta de resposta dos dois vizinhos. Digo que eu próprio farei a chamada. Informa-me então a senhora que ela contactará a Polícia. Confirmo que já não preciso de ser eu a telefonar.
Por volta das 04:30 telefona-me a senhora dos bombeiros. Pergunta-me se posso descer. Estão lá os bombeiros. Vou lá baixo. Um dos vizinhos que não tinha respondido está a conversar com os bombeiros. Não cheira a gás. Advirto novamente que é normal que já não cheire a gás. A porta do prédio que tinha deixado aberta mantém-se aberta. O vizinho regressa a casa. Os bombeiros dizem que nada podem fazer. Vão embora. Mantenho a porta do prédio aberta. Não sei que mais posso fazer. Não sei qual foi a resposta da Polícia. Regresso a casa.
Ouvi esta música pela primeira vez na TSF há poucas semanas. Achei que seria de alguma cantora americana conhecida. Mas é de Aurea, uma cantora portuguesa de 23 anos, cujo álbum de estreia chegou às lojas a 27 de Setembro 2010.
Busy (For Me) é o single de estreia deste primeiro álbum.
Vídeo de um ensaio do Renault Mégane RS 250 CV. Tem um motor de 1998 cm3, potência máxima de 250 CV, binário máximo de 340 Nm, velocidade máxima de 245 Km/h e aceleração 0-100 km/h de 6,1 s.
Neste vídeo gostei especialmente entre os 2:25 e 2:44 Estive a ver o velocímetro nesta imagem e posso dizer que pouco antes da lomba o Mégane ia a 220 Km/h. Logo depois da lomba ia a 190 Km/h.
O Manual dos Membros de Mesa das Eleições Presidenciais de 23 de Janeiro de 2011 diz o seguinte:
“Os membros das mesas eleitorais devem assegurar a correcta disposição, na sala da mesa de trabalho e das câmaras de voto por forma a que, por um lado, seja rigorosamente preservado o segredo de voto – ficando as câmaras colocadas de modo a que quer os membros da mesa quer os delegados não possam descortinar o sentido de voto dos eleitores – e se evite, por outro lado, que os eleitores fiquem fora do ângulo de visão da mesa e delegados (v. Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 13/2002, DR II Série, n.º 25, de 30/01/2002).”
Já o Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 13/2002, DR II Série, n.º 25, de 30/01/2002 diz o seguinte:
“(…)condicionalismo explicitado na primeira parte da respectiva missiva. Recomendava-se nesta que:«Os membros das mesas eleitorais devem localmente assegurar a correcta disposição, na sala, da mesa de trabalho e da câmara de voto por forma que, por um lado, seja rigorosamente preservado o segredo de voto — ficando as câmaras de voto colocadas de modo a que quer os membros da mesa quer os delegados não possam descortinar o sentido de voto dos eleitores — e, por outro, que a figura do eleitor possa ser observada na íntegra (de costas) por todos os membros da mesa e delegados.» (Itálicos aditados.)
Não pode, na verdade, considerar-se que o posicionamento em causa da câmara de voto, correspondendo à informação do STAPE, tenha vulnerado, só por si, a liberdade e a confidencialidade do voto dos eleitores (…)”
Psiquiatra Vítor Cotovio:
“Quando estas questões estão sobredimensionadas, quando esta hipervalorização, esta hipertrofia da importância da aparência, faz com que um adolescente ou um adulto – mas como muitas vezes começa na adolescência por isso estamos a falar da adolescência – tem esta hipertrofia da valorização, esta permanência da preocupação e de sofrimento da valorização do que se passa com o corpo, enquadrar psicoterapeuticamente no sentido de trabalhar aquilo que é a identidade e o sentido que aquele adolescente encontra na sua vida, a sua forma de se realizar e ter uma relação com a identidade que faça sentido. Identidade no sentido, traduzida desta maneira: a forma como eu me reconheço e me dou a conhecer aos outros. E essa forma (…) deve ser trabalhada no âmbito da psicoterapia para ela não ficar refém da aparência. Nós vivemos numa sociedade em que a aparência escraviza a ideia de felicidade. Como se a felicidade e identidade fosse resultado daquilo que é a minha aparência. (…) É aqui que se semeiam (…) as dismorfofias. Porque se eu estou refém da aparência (…), se a minha identidade, a minha realização não é mais que a minha aparência (…) então eu corro o risco de entrar numa escalada à procura de compor a minha aparência para construir uma identidade que não se constrói dessa maneira”.
Psicóloga Margarida Cordo:
“A pessoa pode-se reconhecer cognitivamente boa mas se a relação com o corpo for perturbada isso pode tomar conta dela, ser desvalorizada pela pessoa e incutir-lhe um sofrimento muito grande.”
Psiquiatra Vítor Cotovio:
“Entre o normal e o outro pólo, há o normal de um lado, há a dismorfofobia e pode haver um extremo, uma perturbação delirante em que a pessoa tem uma convicção absoluta achando que é real aquela alteração do corpo, não tem essa capacidade de relativizar”.
Psicóloga Margarida Cordo:
“A consciência que a pessoa tem do corpo tem um determinado nível de exigência em função (…) daquilo que as pessoas sentem ser aceite pelo outro nomeadamente naquilo que é o estabelecimento de uma relação afectiva. (…) Pode haver questões (…) por exemplo a nível do abdómen (…) e que as jovens habituam-se a lidar com isto de uma forma mágica, que é assim, um vou fazer uma cirurgia, isto fica magicamente resolvido (…), vou passar a ser aceite, há depois uma idealização à volta do resultado disto e não tenho de fazer dietas, não tenho de fazer esforço, não tenho de fazer coisa nenhuma. O que é que é fictício: é que muitas vezes isto não está presente e é lidado (…) como se isto fosse uma realidade e é difícil que a jovem perceba que aquilo nela não está lá. Portanto é uma crença sem ser com base no real mas que é assumida por si como se fosse absolutamente verdadeira e sofrida por si como se fosse verdadeira.”
Psiquiatra Vítor Cotovio:
“Devemos tentar definir e clarificar. Para perceber onde está o normal e (…) o patológico(…). Pode ser normal até ao limite (…) que se traduz nisto: quando aquilo passa a representar um sofrimento, quando aquilo ocupa todo o tempo do adolescente, passa a vida centrado naquela preocupação, vai ao espelho e está a medir metricamente todos os dias o que se passa, ou até foge do espelho com medo de ver, e quando traz ligado ao sofrimento uma disfuncionalidade social e ocupacional, aqui estamos a entrar no campo da patologia. E aqui é muito importante para que não haja o risco de intervencionar cirurgicamente algo que tem uma base psíquica que precisa de ser previamente trabalhada para se perceber se alguma coisa tem alguma lógica de ser intervencionada. Porque não se pode tratar cirurgicamente o que tem subjacente uma questão psíquica”.