Música: Ingrid Michaelson – Be Ok
Começo hoje um novo tópico a publicar periodicamente com as músicas do momento. Começo com a música do anúncio da McDonald’s ao Happy Meal: Ingrid Michaelson – Be Ok.
Site: Ingrid Michaelson
Começo hoje um novo tópico a publicar periodicamente com as músicas do momento. Começo com a música do anúncio da McDonald’s ao Happy Meal: Ingrid Michaelson – Be Ok.
Site: Ingrid Michaelson
“Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer”
“É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar/A enganar
o povo que acreditou”
Público: Canção dos Xutos transformada em manifesto contra Sócrates
O mais recente single do rapper chama-se “We Made You” e goza sem qualquer pudor com figuras públicas como Amy Winehouse, Lindsay Lohan e Sarah Pallin.
Music Lovers Group: Eminem – We Made You
O Concerto de Tchaikovski de sexta-feira, 20 de Março de 2009, na Sala Suggia da Casa da Música vai ter transmissão ao vivo na internet. Para assistir basta comprar o bilhete gratuito no site da Casa da Música Live.

Eu já comprei o meu.
Casa da Música: Live | Concerto de Tchaikovski
“Divirta-se a ouvir tudo aquilo que as mães dizem aos filhos durante anos condensado numa música de 2 minutos e 55 segundos, ao ritmo da «William Tell Overture», parte da famosa ópera de Gioachino Rossini.”
“A letra e interpretação são de Anita Renfroe, uma mãe norte-americana com queda para a comédia. Além de se ter tornado um dos fenómenos do YouTube com a sua «The Mom Song», Renfroe participa com sketches cómicos no programa da ABC intitulado «Good Morning America».”
Veja a notícia: Expresso
“A Reprieve, uma instituição de caridade defensora dos direitos do Homem, lançou este mês a iniciativa ‘zerodB’, como forma de alertar para a tortura com música.”
(actuação dos Rage Against the Machine, com fatos laranja
em alusão aos prisioneiros de Guantánamo)
“A Reprieve pretende sensibilizar os Estados Unidos e a ONU para condenar a prática de tortura com música, utilizada em Guantánamo e noutras prisões secretas norte-americanas espalhadas pelo mundo. Muitos dos detidos são forçados a ouvir música num volume ensurdecedor durante horas, dias ou meses, numa estratégia de tortura psicológica usada desde há alguns anos pelo exército americano.”
Veja a notícia: Expresso
“O último álbum dos Radiohead, «In Rainbows», vendido na Internet através de um método pioneiro que deixava à escolha dos fãs o valor a pagar pelo mesmo, rendeu mais do que o seu antecessor «Hail to the Thief», vendido nas lojas, anunciou a banda.”

“[Apesar disto] 62 por cento dos internautas que fizeram o download do álbum dos Radiohead decidiram não pagar nada. Dos restantes 38 por cento, a maioria pagou cerca de 2,50 euros e apenas quatro por cento pagaram mais de 15 euros pelo álbum.”
Veja a notícia: Sol
“The Piano” por Aidan Gibbons. Música de Yann Tiersen, “Comptine D’une Autre Ete” de ”Amelie OST”.
“O novo álbum dos Metallica tem um volume tão alto que provoca distorção. Os fãs sentem-se defraudados e já criaram uma petição online a exigir a remistura. O álbum teve lançamento mundial a 12 de Setembro e, além do habitual CD, saiu também uma versão para o videojogo Guitar Hero 3 (GH3).”

“Mal os fãs ouviram o CD, choveram críticas ao som do álbum. As novas técnicas de compressão utilizadas prejudicaram a sonoridade de «Death Magnetic», que soa distorcido para além dos limites aceitáveis, numa amálgama sonora onde se torna difícil distinguir a performance dos músicos.”
“O «blogger» Ian Shepherd, engenheiro de masterização, alertado por um «post» num fórum online de Metallica, decidiu comparar a compressão existente nas duas versões. Verificou que a do CD foi a maior possível, e, comparando com a versão do GH3, tem aproximadamente mais 10 decibéis (soa ao dobro do volume para o ouvido humano)! Isso fez com que a gama de frequências altas e baixas CD desaparecesse quase por completo, tornando o som monótono, sem dinâmica.”
Veja a notícia: Expresso